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MP de SC avalia exumação de cão Orelha para esclarecer caso

Promotoria aponta falhas na investigação e considera novas diligências para apurar maus-tratos contra o cão comunitário em Florianópolis

RP
PorRedação Pet|Há 2 meses
Atualizado em: 10 de fevereiro de 2026 às 16:01
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2 Minutos de Leitura
MP de SC avalia exumação de cão Orelha para esclarecer caso

Imagem ilustrativa

Foto: Pixabay / MP de Santa Catarina avalia exumação do cão Orelha após apontar falhas na investigação sobre maus-tratos em Florianópolis.

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O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) avalia a possibilidade de solicitar a exumação do corpo do cão comunitário Orelha, morto após um episódio de maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis. A medida é considerada como parte de novas diligências para esclarecer pontos considerados frágeis ou incompletos na investigação conduzida pela Polícia Civil.

Segundo o MP, análises preliminares do material reunido até o momento indicaram inconsistências no inquérito, o que motivou o pedido de aprofundamento das apurações. A intenção é obter uma reconstrução mais precisa dos fatos e verificar possíveis falhas na coleta de provas ou nos registros iniciais do caso.

Orelha era um cão comunitário, conhecido e cuidado por moradores da região. Ele foi encontrado gravemente ferido e não resistiu às lesões, gerando comoção nacional e forte repercussão nas redes sociais. Investigações apontam que o animal teria sido agredido por um grupo de adolescentes, e o caso segue sob acompanhamento das Promotorias da área criminal e da Infância e Juventude .

As autoridades também analisam possível coação de testemunhas e falhas na apuração da participação de menores de idade, o que torna o processo mais sensível devido às regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que restringe a divulgação de dados que possam identificar adolescentes envolvidos.

O laudo pericial preliminar indica que o cão sofreu lesões severas na região da cabeça, compatíveis com impacto causado por objeto rígido ou agressão física direta. Testemunhas relataram que Orelha apresentava sinais de dor intensa e debilidade antes de ser levado ao atendimento veterinário, onde acabou sendo submetido à eutanásia devido à gravidade do quadro clínico .

O caso também reacendeu o debate sobre a proteção de animais comunitários, levando à criação ou fortalecimento de políticas públicas voltadas à defesa desses animais em Santa Catarina. Recentemente, o estado aprovou legislação reconhecendo oficialmente o status de cães e gatos comunitários, estabelecendo diretrizes para sua proteção.

O Ministério Público afirma que novas diligências poderão incluir reavaliação de provas, depoimentos complementares e medidas técnicas adicionais, dependendo da evolução da análise do inquérito. O objetivo é garantir que eventuais responsabilidades sejam apuradas com rigor e transparência.

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